relacionamento

Suicidio

Suicídio: Epidemia Silenciosa

Suicídio – Epidemia Silenciosa: Dia 10 de setembro é o dia mundial da prevenção do suicídio. Segundo pesquisas o suicídio é a segunda maior causa de morte entre jovens no mundo entre 15 e 29 anos. No Brasil é a terceira maior causa entre os jovens. E o que se tem feito para diminuir as estatísticas? Por que aumenta tanto o número de jovens que decidem terminar com a própria vida no Brasil?   No Brasil, estima-se que 25 pessoas cometam suicídio por dia.

De acordo com a (OMS) Organização Mundial de Saúde, uma pessoa se suicida a cada 40 segundos a tendência é de crescimento dessas mortes entre os jovens, especialmente nos países em desenvolvimento. Nos últimos vinte anos, o suicídio cresceu 30% entre os brasileiros com idades de 15 a 29 anos. No mundo, cerca de um milhão de pessoas morrem anualmente por essa causa. A OMS estima que haverá 1,5 milhão de vidas perdidas por suicídio em 2020, representando 2,4% de todas as mortes. Todo dia, 28 brasileiros se suicidam e, para cada morte, há entre 10 e 20 tentativas.

Segundo pesquisas 90% das pessoas que cometem o suicídio sofrem de algum transtorno entre eles a depressão, dependência de álcool ou outras drogas. É importante ficar alerta aos sinais, pais, mães, irmãos e amigos próximos fiquem atentos a mudança de comportamento, ou seja, quando a pessoa começa a falar em suicídio, procura se isolar, começa a querer se despedir de parentes,  esta triste, com baixa auto estima entre outros.

É importante a busca por um psiquiatra para ser identificado se há algum distúrbio a ser tratado ou se há abuso de drogas, tudo tem que ser analisado minuciosamente e para isso só um especialista. Diante da gravidade do assunto pouco se ouve falar, existe um tabu, é preciso mais visibilidade sobre o tema.

Reduzir a taxa de suicídio é um desafio coletivo, todos tem que esta envolvidos, o silêncio tem que ser rompido, é alarmante o numero crescente de jovens que tem desistido da vida a troca de informações pode ser muito útil para diminuir esses índices.

É importante destacar que toda tentativa tem que ser olhada com atenção. Muitas vezes é visto apenas como se a pessoa estivesse querendo chamar atenção, não pode ser visto dessa forma. É um problema sério, grave e precisa ser tratado como tal. É preciso quebrar tabus e abordar mais esse tema, na tentativa de evitar mais casos. Abordar essa temática na mídia, nas escolas, instituições, igrejas e familiares faz com que isso ganhe visibilidade e assim mostrar para essas pessoas que existe ajuda.

Recentemente em um congresso ouvi o relato de uma mãe que encontrou seu filho mais velho enforcado no quarto com o próprio cinto. E evidente o sofrimento da família nestes casos. Existem vários “Se”.  “Se eu estivesse entrando antes” “Se eu estivesse ouvido mais, prestado atenção mais” “Se eu estivesse lá, ele estaria comigo”. Enfim é dolorosa demais a perda de um filho. E o que podemos fazer para amenizar essa dor? Será que estamos preparados para ouvir um pedido de socorro?

São varias as causas que levam a pessoa a cometer o suicídio, entre elas os transtornos mentais, como transtorno de humor que leva a depressão, também outras causas que não os transtorno, são atitudes impulsivas de pessoas diante de uma perda de emprego, fim de um relacionamento, morte de um familiar entre outros. Segundo pesquisas o risco de suicídio em pessoas com perturbações de humor (principalmente depressão) é de 6 a 15%.

DICAS DE BEM COM A VIDA

  • Você não sabe lidar com esse pensamento suicida! Procure ajuda de um profissional;
  • Peça ajuda;
  • Converse com alguém;
  • A morte não é a solução.

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Mania de perseguição!

Mania de perseguição!

Mania de perseguição!: Como esta sua autoestima no momento?

Você acha que todos estão contra você? Que o mundo todo esta conspirando contra seus projetos de vida? Muito cuidado! Se você já passou ou passa varias vezes por essa sensação, de que alguém não gosta ou está rindo de você sem motivos aparentes, quem sabe você tenha um quadro de algum transtorno psicológico.

Faça o teste agora mesmo

Quando alguém tem um medo ou uma desconfiança obsessiva dos outros, seja de alguém próximo ou desconhecido e surgem aqueles pensamentos negativos a ponto de prejudicar a vida social e profissional, é necessário uma atenção rigorosa, porque isso pode indicar uma “mania de perseguição”, que dependendo da intensidade pode representar sintomas de doenças psicológicas ou de uma necessidade inconsciente de ser o centro das atenções, essa sensação de se sentir perseguido é entendida como auto referência e aparece como sintoma em diversas patologias, entre elas a esquizofrenia paranoide.

Vale ressaltar que além do comportamento persecutório, o indivíduo também pode apresentar alucinações, visuais ou auditivas.

Na verdade neste processo, acredita-se que todos estão prestando atenção em suas ações e o reprovam. Em sua grande maioria tem uma baixa autoestima e não tem autoconfiança.

Simplificando podemos dizer que mania de perseguição é a sensação que o indivíduo tem de que está sendo perseguido, monitorado, observado ou ameaçado por outras pessoas, não tem paz e tem uma sensação constante de insegurança, na verdade é algo bem comum nos dias de hoje principalmente com os recursos das redes sociais. Muitos até se limitam a não ter essas ferramentas achando que serão perseguidos. O que deve ser percebido é a intensidade deste desconforto.

É preciso ter muito cuidado para não tirar conclusões precipitadas, é extremamente necessária a investigação minuciosa de um psicólogo ou psiquiatra onde será avaliado os sintomas e fatores que desencadearam esse comportamento. O que se percebe no discurso de quem tem essa mania é sempre achar que “todos estão contra ele”, “todos tem inveja dele” ou até mesmo que ele esta sendo perseguido.

É importante frisar que todos nós temos uma consciência de como o outro nos percebe, mas quem tem mania de perseguição faz uma percepção distorcida e leva tudo para o lado pessoal.

Se as coisas não estão dando certo é porque não gostam dele, tem inveja dele, perseguem ele, ou seja a culpa esta sempre no outro e não em si.

Outra questão a ser analisada é que a intensidade com que essa mania acontece varia de uma pessoa para outra, nunca será igual. Portanto é importante avaliar em que contexto essa pessoa esta inserida, como ela tem processado os acontecimentos traumáticos na sua vida.

É extremamente importante o acompanhamento psicológico nesse processo, até porque a pessoa acha que a reclusão é a solução para evitar os comentários negativos, as desaprovações e as recriminações.

É comum observar que a vítima não se dá conta de que apresenta essa mania, acredita realmente que as pessoas estão prestando atenção nela. Portanto é importante procurar ajuda!

DICAS DE BEM COM A VIDA

  • Não se cobre tanto;
  • Procure algo que lhe dê prazer para aliviar o estresse;
  • Cuide-se;
  • Pratique meditação / yoga;
  • Não alimente algo que não é real;
  • Não acumule tantos sentimentos que não consegue dar conta;
  • Não pense em agradar a todos;
  • Não crie tanta expectativa no outro;
  • Tente enxergar o que esta a sua volta positivamente;
  • Não tenha vergonha de procurar ajuda;
  • Pratique exercícios físicos;
  • Se não consegue lidar com tudo isso, procure um psicólogo.

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MÃES: É HORA DE VOLTAR AO TRABALHO!

As mamães de plantão sabem bem como é aquela dor no peito, uma tristeza, onde muitas vezes nos falta o ar. Isso acontece quando a licença-maternidade chega ao fim e a dor da separação é inevitável. Muitas vezes esse sofrimento vem antes do tempo, essas mães sofrem por antecipação achando impossível essa separação. Essa dedicação integral ao bebê além de fortalecer o vínculo da mãe com o filho deixa mais difícil a separação.

Aprender a lidar com as frustrações e perdas é uma necessidade que faz parte do processo de crescimento do indivíduo, é “normal” essa sensação de insegurança, medo de onde e como deixar meu filho? “Ninguém vai consegui a não ser eu”. “Ele não vai sobreviver sem mim”. É importante destacar que muitas mães já passaram por isso e sobreviveram. Portanto a volta ao trabalho será difícil mas não impossível, afinal é um novo recomeço e se leva um tempo para se organizar emocionalmente.

O que não pode é fingir que esta tudo bem, que não esta sentindo nada, até porque retendo esse sentimento você estará adoecendo o corpo, pois pensando em resolver um problema, você cria um outro.  Muito cuidado!

É importante antes da volta ao trabalho exercitar esta ausência, ou seja, pedir a alguém de sua confiança que cuide do seu filho por alguns minutos, até para ser observado seu comportamento frente a esse contexto da volta ao trabalho. Isso ajuda no processo do desapego.

O medo é algo constante na vida desta mãe! Com quem devo deixar meu filho? Em quem confiar? Deixe seu filho com quem você confia. Se for uma creche, procure uma boa estrutura física, procure referência com amigos ou pessoas que já tem  filho nessa creche, converse com a pessoa que cuidará do seu bebê. Lembre-se ela não vai lhe substituir, não procure a perfeição, porque você não vai encontrar.

O erro de algumas mães é achar que vai encontrar alguém como elas para cuidar de seus pequenos e não vai. Até porque as pessoas são diferentes. Talvez encontre alguém melhor, mas não igual. Pense que você esta em um momento de resistência e adaptação a esse novo desafio e nada vai te agradar. É extremamente normal esse sintoma, só não pode ser exagerado.

As creches têm suas vantagens, ajudam na socialização da criança, nos limites sociais, é importante observar também o espaço físico, limpeza, higiene, procedência dos profissionais que estão trabalhando no local, experiência. Até mesmo a proximidade com o trabalho ou residência para fugir do trânsito. É fundamental a comodidade e a segurança da mãe e da criança nesse processo.

De acordo com o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, organizado pelo Ministério da Educação (MEC), as creches e pré-escolas devem educar cuidar e proporcionar brincadeiras, contribuindo para o desenvolvimento da personalidade, da linguagem e para a inclusão social da criança. Atividades como brincar, contar histórias, oficinas de desenho, pintura e música, além de cuidados com o corpo, são recomendadas para crianças que frequentam a escola nesta etapa.

DICAS DE BEM COM A VIDA

  • Pesquise com calma onde ou com quem deixar seu bebê;
  • Confie no cuidador;
  • Dê tempo para o bebê se acostumar com quem vai cuidar dele;
  • Tenha sempre um plano B;
  • Não se culpe;
  • Tente controlar a ansiedade para não adoecer;
  • Converse com mães que passaram por este processo e hoje estão tranqüilas;
  • Fique tranquila quase 100% das mães já passaram por isso e sobreviveram;
  • Se não consegue lidar com tanta mudança procure um psicólogo.

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TRANSTORNO DO ESTRESSE PÓS-TRAUMÁTICO

Por que às vezes é tão difícil um recomeço?

Principalmente quando se sofre algo traumático? Você já se viu neste contexto? Elementos estressores encontramos toda hora,a todo o momento, fazem parte da vida, mas em alguns casos há eventos que são mais traumáticos. Clarificando que nem todo mundo pode desenvolver o estresse pós- traumático, pessoas mais ansiosas tem essa predisposição.Isso depende muito da dificuldade de enfrentamento do episódio, que para alguns não seria tão traumático. Cada caso é um caso.

É importante destacar que além das pessoas que sofrem o trauma os socorristas também precisam de um suporte psicológico, porque nem todos estão preparados para lidar com a dor do outro, com uma realidade de sofrimento. O estresse pós-traumático só pode ser diagnosticado pós-traumático depois do evento, ou seja, o fato já passou e depois de algumas semanas, meses ou anos. Pode se desenvolver alguns sintomas do estresse pós-traumático. Havendo a necessidade de uma avaliação minuciosa.

Existem alguns sintomas do estresse pós-traumático:

  1. Reviver as cenas do fato (através de pesadelos, sensação que aquilo esta acontecendo) isso traz muito sofrimento;
  2. Evitação, esquiva de pessoas, do local, do objeto, tudo que faça recordar do fato ela quer evitar, levando muitas vezes ao isolamento social;
  3. Distúrbios orgânicos, emocionais, dificuldade de concentração entre outros;
  4. Hipervigilância (ele sai às ruas olhando para os lados, não relaxa, vivi tensa).

O transtorno do estresse pós-traumático (TEPT) é um transtorno que se inicia pós um trauma, um distúrbio de ansiedade caracterizado por um conjunto de sinais e sintomas físicos, psíquicos e emocionais em decorrência de um evento traumático. Pode ter sido vítima ou testemunha de atos violentos ou de situações traumáticas que, em geral, representaram ameaça à sua vida ou à vida de terceiros. Quando se recorda do fato, ele revive o episódio, como se estivesse ocorrendo naquele momento e com a mesma sensação de dor e sofrimento que o agente estressor provocou. Essa recordação desencadeia alterações neurofisiológicas e mentais.

Sofrem muito ao relembrar do fato.É muito comum em vítimas de sequestro, assalto, estupro, violência urbana, agressão física, terrorismo, tortura, acidentes, guerras, catástrofes naturais, violência infantil, em muitos casos de bullying podemos destacar uma predisposição ao estresse pós-traumático.
É extremamente importante o acompanhamento psicológico, para se avaliar o que realmente esta acontecendo e assim poder chegar a um diagnóstico,em alguns casos se faz necessário o uso de medicamentos e com isso o acompanhamento psiquiátrico.Essa sintomatologia quando não tratada pode resultar em depressão e síndrome do pânico.

DICAS DE BEM COM A VIDA

  • Pensamento positivo sempre;
  • Evite notícias desagradáveis em momento de crise;
  • É importante você identificar qual seu estilo de vida, como você encara o que esta acontecendo com você;
  • Pratique exercícios físicos;
  • Não se deixe adoecer procure ajuda;
  • Pratique a medicação / Yoga;
  • Procure se preparar para lidar com os acontecimentos da vida;
  • Se estiver vontade de chorar chore, converse com alguém;
  • Se você acha impossível lidar com tudo isso, procure um psicólogo;
  • Leve o tratamento a sério, principalmente quando se faz uso da medicação.

Um estudo recentemente realizado pela UNIFESP (Universidade Federal do Estado de São Paulo) e por outras universidades brasileiras, em parceria com pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz, cogita a hipótese de que o transtorno do estresse pós-traumático possa ser causado pelo desequilíbrio dos níveis de cortisol ou na redução de 8% a 10% do córtex pré-frontal e do hipocampo (áreas localizadas no cérebro) do portador.

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BRINCANDO SE FORTALECE VÍNCULOS FAMILIARES!

Não se pode levar tudo ao pé da letra! Você já ouviu essa frase? Costuma brincar com os amigos, nos finais de semana? Se faz presente nas brincadeiras com seus filhos (a)? Existe algum momento de sua infância que você sente saudade? Este final de semana estava em um local da cidade e observei alguns pais brincando com seus filhos em uma enorme piscina de bolinhas e o que não se imagina é que eles se divertem mais do que os pequenos.

A criança que existe dentro de cada um, desperta e surpreende. Percebi uma interação, um sorriso, uma alegria contagiante em alguns momentos que há tempos não se vê. São pequenos momentos que deveriam ser uma constante na vida das pessoas e infelizmente não é!

A correria do dia a dia, os compromissos, o estresse, os aparelhos eletrônicos em alguns momentos pareciam não existir…..Claro que aquela foto para registrar o momento não faltou, mas em alguns instantes aquela imagem gostosa de sorrisos, brincadeiras, interação, amor e alegria foi à marca deste dia tão especial.

As brincadeiras são fundamentais para as crianças conhecerem, experimentarem e entenderem o mundo.  Além de contribuir para o desenvolvimento das habilidades motoras, raciocínio lógico, linguagem, imaginação, emoções, socialização e autoestima entre vários benefícios.  A participação dos pais nesse processo lúdico é fundamental, estes são moldadores do desenvolvimento de seus pequenos.

A brincadeira entre pais e filhos fortalece os vínculos, estabelece uma linguagem saudável e afetuosa, a compreensão as regras as quais as crianças são expostas, reforça a compreensão de mundo, ou seja, une-se o útil ao agradável. As brincadeiras também são instrumentos para que os pais conheçam melhor seus filhos, uma atividade extremamente benéfica. Neste processo o adulto vivencia muitas vezes etapas da infância que foram esquecidas e esse resgate favorece e equilibra a relação entre pais e filhos que se torna contagiante e todos viram criança.

Ser criança é a melhor fase da vida, não acelere esse processo com seu filho, respeite o tempo da criança, criança precisa ser criança, mas não se pode deixar de estabelecer as regras, como também ela precisa aprender a lidar com as frustrações.  Nunca se brinca só por brincar, em uma simples brincadeira se observa muita coisa e o mais importante se aprende com isso, e aprender brincando é a melhor coisa.

Infelizmente não podemos deixar de destacar algumas infâncias traumáticas crianças reprimidas, crianças que sofreram abusos na infância, deixaram adormecer esse lado e quando chegam à fase adulta tem uma enorme dificuldade em lidar com algumas questões emocionais e isso precisa ser tratado. Tudo que incomoda precisa ser analisado com seriedade e investigado para não se estabelecer um diagnóstico errado. Não tenha vergonha de procurar ajuda, procure um especialista.

Veja o lado bom da vida procure curar as feridas da alma, seja um bom amigo, um bom profissional, um bom pai, um bom esposo, um parceiro de si mesmo, procure ajuda para curar o que te faz mal e seja feliz, brinque, sorria!

Dicas De Bem Com a Vida

  • Não leve tudo ao pé da letra;
  • Relaxe;
  • Interaja com seus filhos;
  • Brincar faz bem para a mente, o corpo e o espírito;
  • Não deixe morrer a criança que existe em você;
  • Você é o senhor do seu tempo, aproveite;
  • Viva bons momentos e faça deles um oxigênio para sua existência;
  • Observe com carinho as oportunidades que a vida lhe oferece, principalmente em familia;
  • Sorria, não só quando esta sendo filmado, mas sempre!

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SÍNDROME DO NINHO VAZIO

A síndrome do ninho vazio é muito comum após a saída dos filhos de casa. Quando os filhos se tornam independentes e cada um resolve cuidar da sua própria vida os pais sentem essa ausência, principalmente a mãe. Neste contexto pode se instalar sintomas da depressão, muito comum nesse processo, esse sofrimento ocorre às vezes bem antes da fase adulta, quando os filhos resolvem estudar fora ou casam-se muito cedo.

O fato é que essa saída causa sofrimento, porém é importante observar se essa tristeza será prolongada ou não. A síndrome do ninho vazio é pontual, mas se este sofrimento perdurar e começar a interferir no cotidiano da pessoa, pode se transformar em depressão.

Infelizmente as mulheres nesse processo tem um outro vilão que contribui para esse estado emocional debilitado que é a menopausa, fato este que não pode ser ignorado, pois afeta muito a autoestima da mulher, muitas se acham feias, debilitadas, sem função nenhuma. É fundamental o papel da família nesse contexto, ocupar a mente fazer exercícios físicos, conhecer pessoas novas, cuidar da alimentação, fazer praticas meditativas também ajudam nesse processo.

A adaptação a uma nova realidade é fundamental nesse processo de mudança e leva tempo, porém não podemos descartar que cada pessoa tem uma reação diferente da outra, cada caso é um caso. Existem pais que encaram a saída do filho de casa com muita alegria, sentem-se orgulhosos em ver o filho conquistando seu espaço, se realizam com suas conquistas pessoais e profissionais.

Em outros casos, o sofrimento é visível causando até a depressão. Mesmo sendo certo que isso um dia vai acontecer nunca se prepara para tal fato. Às vezes é menos doloroso quando os pais participam desse processo, ou seja, no casamento, estudar fora, uma proposta de trabalho para outro país, momentos de alegrias que muitas vezes entram em conflito com o sentimento de tristeza deixado no momento da partida.

Quando a partida se deu por conflitos familiares ou morte é muito mais difícil, lenta e dolorosa a recuperação, ou seja, briga com os pais, irmãos ou morte a dor é muito mais intensa e tem maior duração. E sendo por bons motivos, como casamento, faculdade ou até mesmo morar sozinho, mas com a participação dos pais, o processo torna-se menos doloroso.

O que poucos filhos sabem é que nesse processo há uma inversão de papéis, com os filhos passando a ter o papel de pais, principalmente da mãe. O acolhimento, o amor, a atenção e muita tolerância são ferramentas indispensáveis nesse contexto. É fundamental que eles se sintam amados, importantes para a família que são e sempre serão amados por todos mesmo morando em outra casa.

 DICAS DE BEM COM A AVIDA

  •  Pensamento positivo;
  •  Esse recomeço é necessário para um novo ciclo;
  •  As mudanças fazem parte do ciclo da vida, não veja como problema;
  •  Converse com pessoas, aumente sua rede  de contatos;
  •  Você sempre foi e sempre será um excelente pai ou mãe;
  •  Cuide da sua saúde;
  •  Pratique atividades físicas;
  •  Ocupe sua mente com coisas boas;
  •  Seu filho continuará sendo seu filho;
  •  Crie novos hábitos;
  •  Se possível faça uma viagem com seu esposo, planeje uma nova lua de mel;
  •  Namore com seu companheiro, curta seu casamento;
  •  Planeje cuidar mais de você e de seu bem estar;
  •  Se possível mude de casa;
  •  Pratique meditação / Yoga;
  •  Tenha novos objetivos na vida;

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VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

A violência contra a mulher segue com números alarmantes é um problema grave e tem aumentado a cada dia e diferente do que se pensa não estamos falando apenas da violência física e sim todo e qualquer tipo de violência que afeta a autoestima da vítima como palavrões ameaças e xingamentos. O fato é que o agressor nunca inicia a agressão com espancamento e sim com agressões verbais, olhares intimidadores, onde a vitima sofre calada e aos poucos vai perdendo sua autoestima e vontade de viver.

A mulher até tenta esconder essas humilhações da família e amigos, mas seu isolamento, sua tristeza constante falam por si. Muitos questionam o fato dessa mulher não denunciar seu agressor, até falam que ela gosta de apanhar. Não é nada disso! Tais julgamentos são cruéis, é mais uma agressão que ela sofre, ela já esta tão fragilizada e o que ela menos precisa ouvir são comentários como esse, se você não tem o que dizer fique calado, se não pode ajudar não julgue!

São vários os motivos que levam essa mulher a não denunciar, vergonha, medo da vingança desse agressor, preocupação com os filhos, dependência financeira e poucas tem conhecimento de seus direitos além de acreditar que aquela violência vai parar, que é a ultima vez que esse homem será violento, e não podemos esquecer as pressões sociais que contribui para que essa mulher se torne refém dessa relação. Muitas vezes a própria família faz pressão para que ela não denuncie o marido, pai dos filhos dela, atitudes como essa não ajudam em nada a vítima, o apoio da família é fundamental para que essa mulher resgate sua autoestima e identidade.

O mais preocupante é que na maioria dos casos as agressões têm um fim trágico, uma triste realidade que tem ganhado espaço na mídia quase todos os dias é preciso mudar essa estatística, denunciar esse agressor, pedir ajuda. Uma das piores violências é a psicológica, uma agressão silenciosa, invisível, diferente da violência física, muito se fala sobre a violência que lesa o corpo e se esquece das cicatrizes da alma, até para quem as tem, muitas vezes é ignorada. Se você esta sofrendo algum tipo de violência denuncie, procure ajuda, resgate sua vida, converse com alguém peça ajuda!

Todo e qualquer tipo de violência tem serias consequências, depressão, distúrbios da alimentação e do sono, uso de álcool e drogas, fobias, síndrome do pânico, baixa autoestima, estresse pós-traumático, comportamentos suicidas e autoflagelo, entre outros.

Segundo a última pesquisa sobre violência doméstica e familiar (2015), uma em cada cinco mulheres já foi espancada pelo marido, companheiro, namorado ou ex. E 100% das brasileiras conhecem a Lei Maria da Penha. Apesar de ser um crime e grave violação de direitos humanos, a violência contra as mulheres segue vitimando milhares de brasileiras reiteradamente: 43% das mulheres em situação de violência sofrem agressões diariamente; para 35%, a agressão é semanal. Esses dados foram revelados no Balanço dos atendimentos realizados em 2014 pela Central de Atendimento à Mulher Ligue 180.

 DICAS DE BEM COM A VIDA

  • Ame-se;
  • Acredite no seu potencial;
  • Não tenha medo de recomeçar;
  • Resgate sua autoestima;
  • Procure um lugar seguro para você ficar com seu filho;
  • Tente não ter recaídas;
  • Não se sinta culpada;
  • Não perca a esperança, não desista de você;
  • Conheça seus direitos;
  • Não permita que essa violência crie forças;
  • Não se deixe levar pelos períodos calmos e sedutores;
  • Não fique calada denuncie – Ligue 180

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consequências do preconceito

Preconceito e suas consequências

Preconceito – O preconceito causa inúmeros danos a quem sofre e esta presente muitas vezes de forma velada. Lamentável observar tal comportamento! É importante destacar que isso tem graves consequências a quem sofre essa agressão, como baixa autoestima, irritabilidade, depressão e em alguns casos a morte.

O que tem se observado é a falta de respeito com o outro, a negação, a dificuldade de se relacionar com uma pessoa que não tem a mesma opinião que a da maioria, a intolerância vive em evidência. A intolerância é o ato de depreciar uma pessoa por causas de suas orientações políticas, religiosas, sexuais, etc. Um comportamento nada saudável, uma energia ruim que destrói as relações e dificulta a construção de novos paradigmas.

Sua Definição 

Esforço será necessário consequências do preconceito

É preciso reforçar que a tolerância é fundamental para quem vive em sociedade, não se pode descartá-la, as divergências existem, mas não se pode criar uma guerra, perseguir ninguém, respeito e amor ao próximo são fundamentais para que não se crie uma sociedade doente.

Assumir riscos

O papel das escolas e dos pais é extremamente importante no combate ao preconceito ou qualquer tipo de discriminação, é importante reforçar que todos tem direitos iguais independente de raça, sexo, cor, religião dentre outros.

Não se pode permitir que as crianças tenham como modelo, preconceitos ou qualquer tipo de discriminação, portanto é fundamental promover discursos que reforcem o respeito ao outro, principalmente dentro de casa onde silenciosamente se manifesta uma das agressões mais difíceis de se detectar que é a agressão psicológica, por se tratar de uma agressão que deixa traumas invisíveis não físicos. consequências do preconceito

É preciso falar mais sobre esses temas, promover encontros onde se possa quebrar tabus a respeito de várias violências que se manifestam invisíveis ou visíveis, afinal todos os dias tem alguém sendo vitima de algum tipo de preconceito ou violência psicológica.

Recentemente li um artigo onde uma pessoa dizia ter sofrido preconceito ao procurar um emprego por esta acima do peso. Infelizmente isso é um fato que ocorre todos os dias, silenciosamente esta presente, não só na hora de procurar um emprego, mas ao ir a uma loja no shopping ou até mesmo a um bar na esquina, se você não esta bem vestido não é bem atendido ainda se julga um livro pela capa infelizmente.

 

Brasil, Gênero e Raça

O Ministério do trabalho lançou um documento chamado: “Brasil, Gênero e Raça” em que distingue Racismo  a ideologia que postula a existência de hierarquia entre grupos humanos, que  pode ser traduzida na pretensão da existência de uma certa hierarquia entre negros e brancos.

Segundo alguns autores, o racismo é a doutrina que sustenta a superioridade de certas raças, podendo representar ainda o preconceito ou discriminação em relação a indivíduos considerados de outras raças.

Definição do Preconceito

Preconceito uma indisposição, um julgamento prévio negativo que se faz de pessoas estigmatizadas por estereótipos.  Preconceito pode ser definido, ainda, como uma ideia preconcebida ou mais precisamente, a suspeita, a intolerância e a aversão a outras raças religiões e credos.



Discriminação a denominação atribuída a uma ação ou omissão violadora do direito das pessoas com base em critérios injustificados e injustos tais como: raça, sexo, idade, crença, opção religiosa, nacionalidade, etc… Pode ser definida, ainda,  como sendo o tratamento preconceituoso dado a certas categorias sociais, raciais, etc…

DICAS DE BEM COM A VIDA

  • Diga não a preconceito;
  •  Reforce o respeito e amor ao próximo;
  •  Ensine seu filho a respeitar as diferenças;
  •  Cada um tem suas crenças e isso tem que ser respeitado;
  •  Mais tolerância, por favor;
  •  Mais importante que pensar positivo e ter atitudes positivas;
  •  Cuidado com discursos preconceituosos.

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ESTRESSE INFANTIL

Você já percebeu que a agenda das crianças esta igual a dos adultos? O fato é que esses mini-executivos estão adquirindo doenças de gente grande. Destaco que o excesso de atividade causa problemas de saúde em qualquer pessoa e nas crianças além de causar danos à saúde prejudica uma fase importante de seu desenvolvimento.

Criança precisa ser criança, precisa brincar interagir com outras crianças isso é fundamental para seu desenvolvimento, sobrecarregá-la de atividades não ajuda em nada, tudo tem o tempo certo para ser feito, é preciso fazer um cronograma que seja inserido o momento de lazer, o momento de interagir com os amigos a família. Fortalecer os vínculos familiares é fundamental e o brincar contribui neste processo.

O estresse infantil pode ocorrer em crianças de qualquer idade, afeta meninos e meninas, sendo mais difícil de diagnosticar, neste contexto é preciso investigar minuciosamente os sintomas descritos pela criança e pelos pais.  Infelizmente a criança por não saber descrever o que esta sentindo acaba sendo rotulada de criança malcriada, birrenta ou mimada. Mas na verdade esta sofrendo com a pressão da rotina diária, em outras palavras esta estressada.

É comum ver as agendas dos pequenos com inúmeras atividades e tempinho livre, nem pensar. Fato este que tem levado as crianças à exaustão e com isso sintomas como: irritabilidade, distúrbios do sono, distúrbios alimentares, dor na cabeça, dor no corpo, estresse e depressão tem se tornado uma queixa comum nos consultórios de psicologia. Muito cuidado com o excesso de atividade inserida no dia a dia das crianças, isso não é saudável!

Tudo tem o tempo certo para acontecer, acelerar esse processo com os pequenos pensando em torná-los adultos super preparados para o mundo moderno e para o futuro, não é saudável, exigir que ele seja o aluno que só tire 10 nem sempre é o melhor caminho. É importante trabalhar nossas frustrações para não passá-las aos nossos pequenos. Educar dá trabalho, porém o amor, a atenção a convivência familiar deixa essa tarefa leve e prazerosa. Vamos refletir!

Outro vilão que tem contribuído para o estresse infantil é o Bullying causando danos muitas vezes irreparáveis, é preciso atenção dos pais as mudanças de comportamento da criança, bullying é um ato cruel que pode levar a depressão e o suicídio. E o mais grave é que muitas vezes o bullying ocorre dentro de casa, os próprios pais causam danos psicológicos com agressões verbais e físicas. E isso contribui para o adoecimento da criança afetando sua autoestima, causando o estresse e a depressão na infância.

Uma pesquisa recentemente realizada com 220 crianças entre 7 e 12 anos de idade nas cidades de Porto Alegre e São Paulo, revelou que oito a cada dez casos em que os pais buscam ajuda profissional para seus filhos por causa de alterações de comportamento têm sua origem no estresse. (Pesquisa da  International Stress Management Association no Brasil (Isma-BR).

DICAS DE BEM COM A VIDA

  • Reflita sobre a agenda cheia do seu filho;
  • Fortaleça os vínculos familiares;
  • Crie momentos de lazer com seu filho;
  • Respeite o tempo da criança;
  • Fique atento nas mudanças de comportamento de seu filho;
  • Se a criança se queixar de algumas dores, procure um medico;
  • Faça um cronograma sem exageros;
  • Leia uma historinha com seu filho;
  • Não passe sua ansiedade para seu filho;
  • Respeite os limites de seu filho;
  • Muito cuidado com a superproteção pode também desencadear o estresse infantil;
  • Brinque, desperte a criança adormecida em você sem estresse;

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Dilza Santos

A IMPORTÂNCIA DA AUTOESTIMA

Você já acordou naquele dia que nada pode afetar você? Ou levantou confiante, sem medo de falar sobre qualquer assunto?

É extremamente importante nos relacionar bem com o meio em que estamos inseridos, ou seja, com ou sem autoestima os desafios da vida estão presentes e temos que enfrentá-los de cabeça erguida. Mas será que todos tem essa confiança? Você já mediu em que nível esta sua autoestima ultimamente? Avaliar sua autoestima é a dica para você se conhecer melhor e saber como está o seu relacionamento com as pessoas.

Mas o que é autoestima ?

Autoestima – É a opinião e o sentimento que cada pessoa tem de si mesmo. “Como eu me percebo” “Como eu me vejo”. Começa a se formar na infância, a partir de como as outras pessoas nos tratam. Nesta fase pode-se alimentar ou destruir a autoconfiança, é de grande importância a validação, ou seja, os pais elogiarem seus filhos, darem importância a pequenas coisas que seus filhos constroem o ambiente em que a criança esta inserida não pode ser falho. Já a autoestima baixa geralmente está relacionada a falsos valores. Crença que é necessária aprovação da mãe ou pai.

Na realidade todos nós precisamos de fato de uma recompensa, estes condicionantes são muito poderosos e determinam algumas vezes nosso estado emocional. Todo mundo gosta de receber elogios, mas existem aqueles indivíduos que transformam um comentário negativo em construtivo, fazem da crítica uma aliada! Tudo vai depender de como estamos nos vendo, se estamos bem é claro que vamos transmitir coisas boas, porém se não estamos bem não seremos uma boa companhia para ninguém, nem pra si mesmo.

Algumas características da baixa autoestima:

– Insegurança                                                          – Negativismo

– Dúvidas constantes                                             – Depressão

– Ansiedade                                                             – Raiva entre outros.

– Necessidade de agradar os outros                     – Acha que a vida do outro é sempre melhor que a sua

Algumas características da autoestima elevada:

– Paz interior                                                             – Relações saudáveis

– Amor-próprio aumenta                                         – Satisfação pessoal

– Ansiedade e insegurança diminuem                    – Harmonia entre o que sente e o que diz

– Necessidade de aprovação diminui                     – Maior flexibilidade aos fatos

– Autoconfiança elevada

 DICAS DE BEM COM A AVIDA

  • – Pare de se comparar com o outro;
  • – Se ame sem se importar com o que outro vai pensar de você;
  • – Deixe o discurso vitimizado;
  • – Trate-se com carinho;
  • – Aprenda a gostar do que te faz bem;
  • – Faça uma reeducação amorosa;
  • – Não dê importância a opiniões negativas;
  • – Construa sua própria identidade;
  • – Pratique Meditação / Yoga;
  • – Pratique exercícios físicos.
  • – Reforce seus contatos e faça novos amigos;

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